Happy succulents

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Passo a vida numa luta para manter as suculentas vivas e, volta e meia, lá se vai mais uma. Primeiro achei que lhes dava água a menos, depois sol a menos, depois água a mais, depois sol a mais. Depois mudei-as de divisão (várias vezes), depois meti-as mais perto ou mais longe das janelas. Falei com elas (sim, sou esse género de pessoa que fala com as plantas), deixe de falar com elas (às tantas achei que o meu estado de humor lhes podia fazia mal – façam o favor de me dar um desconto; as suculentas estão entre as plantas que em teoria são as mais difíceis de matar, por isso uma pessoa acaba por pôr tudo em causa quando elas se finam umas a seguir às outras). Até ao dia em que comprei plantas exactamente iguais (2 ou 3 variedades diferentes) e deixei uma de cada em Lisboa e levei o par para o Alentejo. Cá, só já tenho uma para contar a história. Lá, estão todas vivinhas da silva e no estado em que as fotografias mostram. Resta-me concluir que as suculentas são mais felizes no Alentejo, e eu não as posso levar a mal por isso.

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The only way is up

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Passaram cerca de 7 meses desde que escrevi isto. Não vou dizer que tudo começou neste dia porque não seria verdade, porque tudo começou há muito mais tempo. Não importa como ou quando. Apenas importa que começou e me trouxe ao sítio onde hoje me encontro.

Coloquei o ponto final e saltei para um novo parágrafo, para um novo capítulo, para uma nova história. Tenho um imenso livro branco à minha frente e chegou a altura de o começar a escrever, a ilustrar, a colorir. Sei para onde vou, sei onde quero chegar, e sei que conseguir lá chegar depende em grande medida de duas coisas (que, por sua vez, dependem apenas de mim): trabalho árduo e persistência.

Sei que não vai ser fácil nem rápido, sei que por vezes vai ser desmotivante, frustrante, desgastante. Sei que vai haver um momento (ou dois, ou três) em que vou dar por mim a questionar a loucura em que resolvi meter-me.  Sei que vou dar cabeçadas, tropeçar, esbardalhar-me ao comprido (adoro a palavra esbardalhar). Sei que, provavelmente (e ocasionalmente), me vai apetecer desistir. Mas também sei que, finalmente, estou no caminho certo. Custe o que custar, doa o que doer, este é o meu caminho e só por este entusiasmo e esta força que sinto fervilhar-me nas veias já valeu a pena propôr-me a percorrê-lo.

(E claro que tudo isto tinha de acontecer em Agosto, o mês que me viu nascer e, agora, renascer).

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Flores do Alentejo para Lisboa / Flowers from Alentejo to Lisbon

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Orquídeas e ramos de eucalipto. As primeiras flores migratórias de 2015 :)

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Cores de inverno

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Em contagem decrescente para a primavera, mas a aproveitar o que o inverno tem de melhor.

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2015

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2015 chegou de forma serena.
Sem planos para festas ou para qualquer outro tipo de celebração, tudo se decidiu e combinou na última metade do último dia do ano velho. Sem pressões, sem stress, sem correrias, sem ‘tem de ser’ de qualquer tipo.

Do novo ano apenas espero o que o velho não teve tempo para me trazer (e continuação daquilo que este teve de bom). Saber que, em grande parte, consegui-lo depende de mim provoca-me alguma ansiedade mas também me permite acreditar que é possível, basta que eu consiga focar-me, disciplinar-me e trabalhar. Sem desculpas, com determinação e os pés bem assentes na terra e a cabeça focada no objectivo final. Regras de ouro: não dar passos maiores que as pernas (ser racional e pragmática em todas as decisões que tiverem de ser tomadas) e deixar que o coração (a bússola) ilumine o caminho e a meta, lá ao fundo. Parar para respirar fundo sempre que for preciso e não deixar que o ruído à minha volta me distraia. Se distrair, parar para respirar fundo e redefinir a rota. É sempre melhor parar várias vezes – as que forem precisas – por períodos de tempo reduzidos do que atalhar caminho, perder o norte e depois ter de parar durante mais tempo. Sonhar, acreditar, fazer, alcançar.

Desejo-vos um muito feliz ano novo! :)

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Momentos decisivos

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Sento-me hoje, dia 21 de dezembro de 2014, a esta secretária, a esta janela por onde entra esta linda luz deste fim de tarde de inverno solarengo (olá inverno, que sejas bem vindo) e percebo que sinto o mesmo que sentia quando, há muitos meses atrás, me sentava neste mesmo sítio. E percebo hoje – talvez no meu momento de maior clarividência dos últimos anos – que por vezes temos de dar uma grande volta (ou, para ser mais exacta, duas ou três) para percebermos de uma vez por todas que o caminho que andamos a percorrer não é o nosso. Por muitos ses e mas que encontremos para o justificar (porque existes muitos ses e muitos mas, é verdade), sabemos que temos de respirar fundo, como quem toma balanço para dar um grande salto, e ganhar coragem para lhe marcar o ponto final.

Sei que tenho de respirar fundo, como quem toma balanço para dar um grande salto, e ganhar coragem para lhe marcar o ponto final.

Não sei ainda como o vou fazer ou por onde vou começar, mas sei que a infelicidade é uma companhia demasiado má para se ter nesta viagem maravilhosa que é a vida. Sei que nada compensa sentirmos que, todos os dias, nos afastamos mais um pouco de quem somos e do que ainda queremos ser. Sei que, embora ainda esteja longe de acreditar no que posso conseguir fazer, tenho à minha volta pessoas que o fazem por mim e, para já, a crença delas vai ter de me servir de combustível. E, sinceramente, não consigo imaginar fonte de energia melhor do que esta.

So let’s get this party started.

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Um Alentejo diferente, o meu.

O (meu) Alentejo é, muito provavelmente (e naturalmente) a personagem principal deste blog. Ou, pelo menos, a sua maior constância, o seu fio condutor, aquilo que lhe é mais transversal. Seja nas flores que colho e fotografo, no pão que amasso, nas viagens que faço, nas paisagens que partilho, nos sabores de que vos falo, ou naquilo que sinto.

Se este blog tivesse uma personalidade (que não a minha) seria este o seu nome. Porque este blog, como o (meu) Alentejo, é a minha calma, a minha alma, a minha tranquilidade, o que de mais meu (e mais eu) coloco nos meus dias. E por isso, e ainda que não o faça de forma intencional, percebo agora que há bocados desta minha terra e eterna casa em tudo o que partilho convosco. E é por isso que hoje o deixo libertar-se do implícito e o partilho abertamente. É por isso que hoje vos abro as portas da minha terra e da minha casa mais um bocadinho e vos convido a ver de mais de perto.

É por isso que hoje vos apresento o meu Alentejo.

(Gavião, um alentejo diferente)

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Mastering the art of making bread

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Do fim de semana passado, no meu Alentejo. Porque estou a levar a minha bucket list de outono muito a sério.

From last weekend, at Alentejo. Because i’m taking my fall bucket list very seriously.

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Flores do Alentejo para Lisboa / Flowers from Alentejo to Lisbon

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Muda a estação, mudam as flores, mudam as cores do meu jardim alentejano, logo as cores que enchem as jarras da casa em Lisboa.
A última vez que fui ao alentejo o jardim estava quase completamente despido, à excepção destas flores-tipo-arbusto que se empoleiram persistentemente num dos muros da casa.

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Comigo trouxe um ramo pequenino. Suficiente para dar cor à casa mas não demasiado imponente, porque este tipo de flores nasceu para estar num jardim, não numa jarra (a prova é que não aguentam tempo nenhum e lá, no sítio onde pertencem, aguentam meses a fio).

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One step closer

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apesar de tudo há dias, momentos, em que parece que tudo acontece e se encaixa de modo a que tenhamos a sensação que a vida nos está a dizer para não desistirmos. que com paciência, persistência e foco conseguimos chegar onde queremos. dias que falam connosco e nos fazem parar para perceber que, afinal, já conseguimos muito do que queríamos. já temos todos os instrumentos de que precisávamos nas mãos. agora quase tudo depende de nós, do nosso trabalho, do nosso esforço. da consistência da nossa persistência.

 

 

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