DIY Home / kitchen roll holder

Quem tem cozinhas pequenas sabe bem o quão importante é ter o máximo de superfícies horizontais livres possível. É este o meu caso. Entre torradeira, bimby, tostadeira, uma micro-televisão (que só é micro no tamanho do ecrã, porque é uma televisão antiquíssima, quadradona, daquelas que já ninguém tem) e recipientes vários com massas, utensílios, temperos e afins, não sobra espaço para rigorosamente nada. E foi por isso que no dia em que o suporte que tinha para o papel de cozinha se partiu decidi que tinha de arranjar uma solução que não implicasse ocupar ainda mais espaço.

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Experimentei várias coisas até chegar à solução final e hoje partilho-a convosco. Porque toda a gente tem em casa “cabides de lavandaria” (como lhes chamo) e eles são péssimos para pendurar a maioria das nossas peças de roupa, por que não dar-lhes outra utilidade? Ficam giros mesmo sem serem pintados. Optei por usar tinta preta porque tinha mais a ver com a minha cozinha e também porque achei que assim os valorizava um bocadinho mais, sobretudo pelo acabamento mate, o meu preferido na maioria das situações.  Simples e prático :)

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Those who have small kitchens know how important it is to properly manage the space available.
I am one of those people. And i’m always struggling to clear the counters but even though I just have a few appliances I always looking for that extra inch of counter space.
That’s why when I broke my kitchen roll holder I decided that I had to find some sort of vertical solution for it. And after trying several things, I came up with this solution with a wire handler. Simple and practical, as I like :)

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E se eu ganhasse o euromilhões?

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Hoje durante a tarde, enquanto trabalhava, a pessoa com quem estava falou sobre ganhar o euromilhões. No momento em que o ouvi acho que não processei logo a informação mas um minuto depois foi como se, de repente, aquela improbabilidade pudesse ser provável para mim (talvez por não jogar acho que nunca tinha parado para pensar a sério no que faria se uma coisa assim me acontecesse) . “Bolas… ganhar o euromilhões… ia inscrever-me num curso de fotografia em Nova Iorque e não fazia mais nada a não ser fotografar até ao fim da vida”. (Nova Iorque é a parte que é capricho de milionária.)

Porque logo que me liberto das mil coisas que obrigatoriamente enchem os meus dias, a minha cabeça enche-se do verbo fotografar. E sim, quando penso no que me faz o coração bater mais depressa (sem ser por estar à beira de uma síncope cardíaca induzida pelo stress, como acontece com alguma frequência) penso na felicidade que invariavelmente sinto quando tenho a possibilidade de acompanhar e registar em fotografias momentos especiais na vida de pessoas que provavelmente nunca viria a conhecer de outro modo. E porque há já algum tempo que deixei de ter dúvidas sobre o que quero ser e fazer. Apenas vivo na urgência de conseguir lá chegar.

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Pretty things

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Ir ao Alentejo implica sempre cumprir alguns rituais. Respirar fundo quando se chega, para aquele ar nos entrar até ao mais recôndito canto dos pulmões. Visitar as avós. Cravar aquele cozinhado à mãe. Arrancar um abraço apertado ao JH (o vizinho mais querido de todos os tempos). Adormecer no sofá (à tarde ou à noite; ou à tarde e à noite). E passar horas no jardim a fotografar flores. Mais do que ter qualquer espécie de pretensão artística (convenhamos, são fotografias básicas de flores num jardim!), faço-o como quem medita. Como quem se esvazia de tudo e simplesmente está. Porque quando estou ali, com a minha câmara, somos só nós e as flores. Ou são só as flores, já que eu só as observo. E não há momento de maior tranquilidade do que aquele em que nos permitimos a não existir para além da constatação da beleza do que temos à nossa volta.

Going to Alentejo always involves some rituals. Taking a deep breathe when we arrive (there’s nothing like that air). Visiting my grandparents. Asking my mother to cook that dish I keep missing (and no one does it like her). Giving the biggest hug in the world to JH (the sweetest neighbor ever). Fell asleep in the couch (in the afternoon or by night; or in the afternoon and by night). And spending hours in the garden photographing flowers.
For me photographing flowers is like meditating. Because while I’m there with my camera, it’s like if I only exist because I’m doing what I’m doing. All the problems and all the thoughts that worry me somehow stop existing. Because there is no moment of greater tranquility than the one in which we allow ourselves not to exist beyond the beauty of what surrounds us.

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Diy Home / drawer pulls

Há já algum tempo que precisava de comprar um móvel pequeno para arrumar uma série de coisas que nunca tiveram propriamente um lugar certo para estar, e que fazem maioritariamente parte do universo “lavandaria e engomadoria” (universo esse com que sempre tive uma espécie de relação amor-ódio porque gosto muito de ter tudo limpo e engomado, mas é o género de coisa em que tenho muita dificuldade em organizar-me).
Finalmente, há uns dias atrás, encontrei um que conjuga na perfeição os meus requisitos mínimos (leia-se simples, pequeno e barato). Mas como eu acho que mesmo um móvel que vai ficar meio escondido e que vai servir para arrumar cabides, molas e outras coisas que tais pode ser divertido, decidi dar-lhe um toque pessoal (igualmente simples, pequeno e barato). Tão simples quanto forrar os puxadores com washi tape.

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Vantagem da washi tape (ou porque optei, por exemplo, por não pintar os puxadores) : simples e rápido de aplicar; simples e rápido de retirar, se me fartar.

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(O móvel é o modelo RAST, da Ikea).

 

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Pin do dia / Pin of the Day

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Um dia disseram-me que sou demasiado sonhadora. Assim mesmo: demasiado sonhadora. Não como quem aponta um defeito de carácter mas como quem lamenta a pouca sorte. Como se sonhar – e acreditar, e ir à luta e cair uma e outra e outra vez e ainda assim erguer a cabeça e seguir caminho – fosse uma espécie de prisão que nos impede de simplesmente estar, ser, acontecer.
Às vezes é. Muitas vezes é. Quando as expectativas estão sempre lá em cima e a vida não acompanha. Quando damos o nosso melhor uma e outra vez e há qualquer coisa maior do que nós que nos puxa para trás.
Mas eu acredito que se somos capazes de sonhar, também somos capazes de fazer acontecer. E isso significa acreditar que os passos para trás são, muitas vezes, apenas uma forma de ganhar balanço para conseguir dar passos maiores para a frente. E hoje, de certa forma, o meu passo atrás fez-me dar mais um passo em frente. E isso deixa-me um passo mais próxima do sítio onde quero chegar.

(clicar aqui para seguir o rasto à imagem)

One day someone told me that I dream a lot. A lot, were the exact words.  As if being a dreamer was sort of a sign of back luck. As if being a dreamer – and a believer and a fighter – was like a prison that keeps us from being happy.
And sometimes it is. When we expect too much and get to little from life. When we give our best and our best isn’t enough, and it feels like something bigger than us is pulling us back.
But I am a dreamer. And I believe that if we can dream we can also make it happen. And this means I believe that taking some steps back is just a way of having space for achieving the right balance to give bigger steps forward. And today I was able to move one more step forward thanks to the big step back I took a while ago. And this leaves me one step closer to the place where I want to be.

(click here to find the image source)

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Hortênsias / Hydrangeas

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Hortênsias lindas do jardim alentejano para o apartamento lisboeta.

The most beautiful hydrangeas from my garden in Alentejo to my apartment in Lisbon.

 

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DIY Inspiration | Necklace

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Há muito tempo que ando com vontade de passar umas horas de volta das correntes, das contas, dos fechos, dos alicates e de outras coisas que tais. Porque sim e porque tenho muita vontade de fazer um ou dois colares.
Não sei muito bem explicar isto mas nos últimos tempos dou por mim a pensar se a minha relação com o dinheiro se terá modificado ao ponto de não conseguir gastar dinheiro em certas coisas ou se simplesmente não encontro nada que me encha as medidas (ou quando encontro fico com a sensação de que assim que sair da loja encontro logo meia dúzia de pessoas com uma coisa igual e perco o entusiasmo). Acho que é uma mistura das duas coisas, para ser sincera.
Seja como for, como dizia, tenho muita vontade de um DIY de bijuteria. Para já fica a inspiração, em breve partilharei o resultado.

(Podem encontrar a fonte de todas as imagens neste board do Pinterest do SMP:  DIY Inspiration | Fashion).

It’s been a long time since I have this desire to spend a few hours with my beads and jewelry making tool kit. Because I like it and also because I want to make one or two necklaces for myself.
I can’t really explain this but for some time now I find myself wondering if my relationship with money has been modified to the point of not being able to spend money on certain things or if I just can’t find anything that I really like and must have (and when I do I have this feeling that the minute I’ll leave the store I will find a dozen people wearing the exact same thing, which takes all the fun out of it). I think it’s a mixture of both, to be honest.
Anyway, like I was saying, I really want to do some jewelry DIY. For now I share some inspiration with you, soonI will share my own necklace and tutorial.

(You can find the source of all the images on my Pinterest Board DIY Inspiration | Fashion).

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Life Lately, Norway

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Podia falar do regresso ao trabalho. Do S. Pedro bipolar. Do tempo que continua a insistir em fugir-me entre os dedos todos os dias.
Mas prefiro lembrar-me que há mais ou menos um mês atrás estava quase a entrar num avião para Oslo e noutro, dias depois, para Bergen. Prefiro lembrar-me da Noruega, este país caro-que-dói-mas-lindo-de-morrer. Prefiro pensar na próxima viagem, no mundo que quero conhecer, no tanto que há para ver e fazer. Prefiro repetir mentalmente, várias vezes, que o resto é apenas um meio para um fim (ou vários, para ser mais exacta).

I could write about getting back to work. Or about the crazy weather in Portugal that goes from really hot to pouring rain. Or about the time that keeps slipping through my fingers.
Instead, I prefer to remember the fact that, less than a month ago, I was about to get in a plane to Oslo and, a few days later, in another plane to Bergen. I prefer to remember Norway, this really-(i-mean really!)-expensive-but-oh-so-beautiful-country. I prefer to think of the next trip, the world I want to experience and all the beautiful places I want to visit. I prefer to repeat to myself, over and over again, that all the rest is just a means to an end (or several ends, to be exact).

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Batata Doce / Sweet Potatoes

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Que a batata doce é um alimento cheio de coisas que fazem bem à saúde, penso que será do conhecimento da maior parte das pessoas. O que talvez menos pessoas saibam é que ela também se transforma numa linda planta, e nem sequer precisa de terra para florescer (confesso que, para mim, é uma descoberta recente).

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Comprei estas há algum tempo atrás e, sem saber bem como, esqueci-me completamente que as tinha comprado e quando dei por elas estavam completamente greladas. A minha mãe, que tinha vindo cá por essa altura, espetou-lhes 3 palitos, meteu-as numa taça com água e, duas semanas depois, estão assim. Só precisam de luz solar e muita água (quase todos os dias ponho um bocadinho no vaso) e crescem que se fartam. De tal forma que desconfio que em breve vou ter de as passar para um recipiente maior porque as raízes já enchem completamente este.

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I believe most people know that sweet potatoes are a very healthy food. What most people might not be aware of is the fact that the potato itself can turn into a beautiful plant. And it doesn’t even need soil to do so. Just put 2 or 3 little sticks on the bottom of each potato and them put it on a recipient filled with water (you will need to refill it often) in a place where it can get sunlight and that’s pretty much it. These 3 you see in the photos are in the water for 2 weeks and just look how beautiful and big they are. So big that I think I will need to put them inside a bigger recipient because the roots are growing really fast.

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to keep in mind

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Esbarrei com esta frase há dias e, coincidência ou não, li-a no momento certo. Porque esta coisa de querer pôr a vida toda de uma vez no sítio certo é estúpida e cansativa e eu insisto em querer fazê-la.
Escrevi-a num caderno e agora meto-a aqui, para me (e vos) lembrar as vezes que forem precisas que, na esmagadora maioria das vezes (sempre?), a vida não se resolve da noite para o dia. Mas resolve-se. Só temos é de ser capazes de não perder o foco e de acreditar sempre, mesmo que todos os dias alguém nos digam que não vale a pena e que não é possível. Vale e é.

One of these days I came across this sentence in the exact moment I needed to read it. Because I have this stupid and tiresome idea that I have to put my entire life in the right place all at once.
The minute I read it, I wrote it and now I put it here, to remind me (and you) that most of the times (always?), this doesn’t happen over night. It takes time and effort, we just have to be able to keep focused and believe we can do it even if, every single day, someone tells us life can’t be like we imagine it. Because it can.

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