Happy succulents

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Passo a vida numa luta para manter as suculentas vivas e, volta e meia, lá se vai mais uma. Primeiro achei que lhes dava água a menos, depois sol a menos, depois água a mais, depois sol a mais. Depois mudei-as de divisão (várias vezes), depois meti-as mais perto ou mais longe das janelas. Falei com elas (sim, sou esse género de pessoa que fala com as plantas), deixe de falar com elas (às tantas achei que o meu estado de humor lhes podia fazia mal – façam o favor de me dar um desconto; as suculentas estão entre as plantas que em teoria são as mais difíceis de matar, por isso uma pessoa acaba por pôr tudo em causa quando elas se finam umas a seguir às outras). Até ao dia em que comprei plantas exactamente iguais (2 ou 3 variedades diferentes) e deixei uma de cada em Lisboa e levei o par para o Alentejo. Cá, só já tenho uma para contar a história. Lá, estão todas vivinhas da silva e no estado em que as fotografias mostram. Resta-me concluir que as suculentas são mais felizes no Alentejo, e eu não as posso levar a mal por isso.

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2015

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2015 chegou de forma serena.
Sem planos para festas ou para qualquer outro tipo de celebração, tudo se decidiu e combinou na última metade do último dia do ano velho. Sem pressões, sem stress, sem correrias, sem ‘tem de ser’ de qualquer tipo.

Do novo ano apenas espero o que o velho não teve tempo para me trazer (e continuação daquilo que este teve de bom). Saber que, em grande parte, consegui-lo depende de mim provoca-me alguma ansiedade mas também me permite acreditar que é possível, basta que eu consiga focar-me, disciplinar-me e trabalhar. Sem desculpas, com determinação e os pés bem assentes na terra e a cabeça focada no objectivo final. Regras de ouro: não dar passos maiores que as pernas (ser racional e pragmática em todas as decisões que tiverem de ser tomadas) e deixar que o coração (a bússola) ilumine o caminho e a meta, lá ao fundo. Parar para respirar fundo sempre que for preciso e não deixar que o ruído à minha volta me distraia. Se distrair, parar para respirar fundo e redefinir a rota. É sempre melhor parar várias vezes – as que forem precisas – por períodos de tempo reduzidos do que atalhar caminho, perder o norte e depois ter de parar durante mais tempo. Sonhar, acreditar, fazer, alcançar.

Desejo-vos um muito feliz ano novo! :)

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Um Alentejo diferente, o meu.

O (meu) Alentejo é, muito provavelmente (e naturalmente) a personagem principal deste blog. Ou, pelo menos, a sua maior constância, o seu fio condutor, aquilo que lhe é mais transversal. Seja nas flores que colho e fotografo, no pão que amasso, nas viagens que faço, nas paisagens que partilho, nos sabores de que vos falo, ou naquilo que sinto.

Se este blog tivesse uma personalidade (que não a minha) seria este o seu nome. Porque este blog, como o (meu) Alentejo, é a minha calma, a minha alma, a minha tranquilidade, o que de mais meu (e mais eu) coloco nos meus dias. E por isso, e ainda que não o faça de forma intencional, percebo agora que há bocados desta minha terra e eterna casa em tudo o que partilho convosco. E é por isso que hoje o deixo libertar-se do implícito e o partilho abertamente. É por isso que hoje vos abro as portas da minha terra e da minha casa mais um bocadinho e vos convido a ver de mais de perto.

É por isso que hoje vos apresento o meu Alentejo.

(Gavião, um alentejo diferente)

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Pretty Things

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Esta fotografia tem um ano.
Encontrei-na enquanto procurava por umas fotografias que tirei há vários outonos atrás e que queria partilhar convosco hoje. Tendo ela também sido tirada no outono  (a 27 de outubro de 2013, para ser mais exacta), achei que representava ainda melhor o que gostava que este outono fosse para mim. Estação de metamorfoses e de renovação.
Ainda bem que a encontrei.

This photograph was taken one year ago.
I found it while i was looking for some photos I took a few autumns ago and that i wanted to share with you today. Since i also took it during autumn (october 28th, 2013 to be more exact) I thought it represents even better how i would like this fall to be. A season of metamorphosis and renewal.
I am so glad I found it.

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Pretty things

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Ir ao Alentejo implica sempre cumprir alguns rituais. Respirar fundo quando se chega, para aquele ar nos entrar até ao mais recôndito canto dos pulmões. Visitar as avós. Cravar aquele cozinhado à mãe. Arrancar um abraço apertado ao JH (o vizinho mais querido de todos os tempos). Adormecer no sofá (à tarde ou à noite; ou à tarde e à noite). E passar horas no jardim a fotografar flores. Mais do que ter qualquer espécie de pretensão artística (convenhamos, são fotografias básicas de flores num jardim!), faço-o como quem medita. Como quem se esvazia de tudo e simplesmente está. Porque quando estou ali, com a minha câmara, somos só nós e as flores. Ou são só as flores, já que eu só as observo. E não há momento de maior tranquilidade do que aquele em que nos permitimos a não existir para além da constatação da beleza do que temos à nossa volta.

Going to Alentejo always involves some rituals. Taking a deep breathe when we arrive (there’s nothing like that air). Visiting my grandparents. Asking my mother to cook that dish I keep missing (and no one does it like her). Giving the biggest hug in the world to JH (the sweetest neighbor ever). Fell asleep in the couch (in the afternoon or by night; or in the afternoon and by night). And spending hours in the garden photographing flowers.
For me photographing flowers is like meditating. Because while I’m there with my camera, it’s like if I only exist because I’m doing what I’m doing. All the problems and all the thoughts that worry me somehow stop existing. Because there is no moment of greater tranquility than the one in which we allow ourselves not to exist beyond the beauty of what surrounds us.

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O meu estado de espírito // My current mood

(scroll down for english)

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Tirei esta fotografia há anos, numa travessia do Alentejo a caminho do Algarve. Hoje, ao pesquisar nos meus infindáveis arquivos fotográficos, encontrei-a. Tenho a certeza que já olhei para ela centenas de vezes, mas só hoje a vi realmente. Porque hoje ela é o retrato quase perfeito de mim.

I took this photo a few years ago, while crossing Alentejo, heading south to Algarve. I found it today on my photographic archives. I’m pretty sure I’ve looked at it hundreds of times but today, for the first time, I really saw it. Maybe because it represents, in an almost perfect way, the way I’m feeling today.

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