Aspiring to do what you truly love

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era uma vez uma pessoa que toda a vida quis ser uma coisa (ou antes fazer, que eu não acredito nesta coisa redutora de sermos o que fazemos). toda a vida que é como quem diz até ter pouco mais de uma dúzia de anos que, por estúpido que seja, é a altura da vida em que nos forçam a tomar decisões destas.
por variados motivos, o verbo querer não se transformou no fazer e os planos tiveram de ser alterados. e o problema maior de toda a vida se querer fazer uma coisa e de não se conseguir (depois de várias tentativas) é ficar-se sem saber muito bem para onde seguir marcha. porque não se perde só o norte, também se perde o sul, o este, o oeste e todos os pontos de referência intermédios.
há quem tenha a sorte de encontrar outro caminho porque tentou e acertou. e há quem tente e tente e tente e não acerte.
mas o lado bom de ir tentando e tentando e tentando é que também nos vamos conhecendo melhor. não deixamos de fazer continuamente uma espécie de exercício ao contrário, que consiste em ir dizendo “(ainda) não é isto”, mas também vamos conseguindo dizer com uma certeza crescente “talvez seja isto…”. primeiro com muitas reticências, depois só com o conjuntivo, e depois (talvez) com a convicção do presente do indicativo.

as mudanças radicais nunca são fáceis. sobretudo porque, desde miúdos, nos enchem a cabeça de condicionalismos que depois temos muita dificuldade em sacudir quando percebemos que não fomos feitos para ir com a corrente.
mas quando, ainda assim, a necessidade de mudança é maior do que a dificuldade de a fazer acontecer todas as estratégias e exemplos são bem vindos. e é por isso que hoje vos mostro este vídeo, que uma pessoa muito importante da minha vida também fez questão de me mostrar. que vos sirva de força impulsionadora, se precisarem dela.

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