2015

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2015 chegou de forma serena.
Sem planos para festas ou para qualquer outro tipo de celebração, tudo se decidiu e combinou na última metade do último dia do ano velho. Sem pressões, sem stress, sem correrias, sem ‘tem de ser’ de qualquer tipo.

Do novo ano apenas espero o que o velho não teve tempo para me trazer (e continuação daquilo que este teve de bom). Saber que, em grande parte, consegui-lo depende de mim provoca-me alguma ansiedade mas também me permite acreditar que é possível, basta que eu consiga focar-me, disciplinar-me e trabalhar. Sem desculpas, com determinação e os pés bem assentes na terra e a cabeça focada no objectivo final. Regras de ouro: não dar passos maiores que as pernas (ser racional e pragmática em todas as decisões que tiverem de ser tomadas) e deixar que o coração (a bússola) ilumine o caminho e a meta, lá ao fundo. Parar para respirar fundo sempre que for preciso e não deixar que o ruído à minha volta me distraia. Se distrair, parar para respirar fundo e redefinir a rota. É sempre melhor parar várias vezes – as que forem precisas – por períodos de tempo reduzidos do que atalhar caminho, perder o norte e depois ter de parar durante mais tempo. Sonhar, acreditar, fazer, alcançar.

Desejo-vos um muito feliz ano novo! :)

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Um Alentejo diferente, o meu.

O (meu) Alentejo é, muito provavelmente (e naturalmente) a personagem principal deste blog. Ou, pelo menos, a sua maior constância, o seu fio condutor, aquilo que lhe é mais transversal. Seja nas flores que colho e fotografo, no pão que amasso, nas viagens que faço, nas paisagens que partilho, nos sabores de que vos falo, ou naquilo que sinto.

Se este blog tivesse uma personalidade (que não a minha) seria este o seu nome. Porque este blog, como o (meu) Alentejo, é a minha calma, a minha alma, a minha tranquilidade, o que de mais meu (e mais eu) coloco nos meus dias. E por isso, e ainda que não o faça de forma intencional, percebo agora que há bocados desta minha terra e eterna casa em tudo o que partilho convosco. E é por isso que hoje o deixo libertar-se do implícito e o partilho abertamente. É por isso que hoje vos abro as portas da minha terra e da minha casa mais um bocadinho e vos convido a ver de mais de perto.

É por isso que hoje vos apresento o meu Alentejo.

(Gavião, um alentejo diferente)

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