One step closer

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apesar de tudo há dias, momentos, em que parece que tudo acontece e se encaixa de modo a que tenhamos a sensação que a vida nos está a dizer para não desistirmos. que com paciência, persistência e foco conseguimos chegar onde queremos. dias que falam connosco e nos fazem parar para perceber que, afinal, já conseguimos muito do que queríamos. já temos todos os instrumentos de que precisávamos nas mãos. agora quase tudo depende de nós, do nosso trabalho, do nosso esforço. da consistência da nossa persistência.

 

 

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Só um degrau / Just one step

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Há os dias, as horas, os momentos em que nos lembramos do que nos trouxe ao sítio em que estamos.
Em que sentimos a matéria de que somos feitos e do que podemos, queremos e sabemos que conseguimos fazer.
Em que reencontramos o porquê e o como, mesmo que o quando continue a parecer-nos distante.
Em que nos relembramos que tudo começou com um enorme passo lá atrás e que isto – o presente – é apenas um degrau. (E se ele não valer por si mesmo, vale por nos deixar mais perto do degrau onde queremos chegar.)

 

At some point in time, no matter how hard things may be, we are able to remember what brought us to the place where we are now.
A point when we realize what we are made of, and what we can, want and are able to achieve.
A point when we rediscover the why and the how, even though the when continues to seem far away.
A point when we remember that it all begun with a huge step we took way back and that this – where we are now – is just another step in the ladder (and if there’s no other reason for us to enjoy it, it worths being here because it makes us a step closer to where we want to be).

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O meu instagram secreto / My secret instagram

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Ando há que tempos para vos contar uma história, e ainda não vai ser hoje.

E enquanto as palavras não se alinham, trago-vos pequenos episódios sob a forma de imagens. Ou não fosse esta a minha forma predilecta de comunicar.
(E porque há muito tempo que não partilhava o meu instagram secreto.)

 

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Agosto / August

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© Still Photography

Agosto é sempre um mês diferente.
Já aqui o disse, precisamente há um ano atrás, e hoje sinto vontade de o dizer novamente.

Há um ano atrás acreditava que aquele ia ser um mês de soluções. Não foi. Bem pelo contrário. Mas foi um mês de respostas. Não as que eu queria ou precisava, mas respostas ainda assim.
Às vezes (quase sempre) tenho a sensação que a minha vida se vai desenhando mais pelas portas que se fecham do que por aquelas que se abrem. Seja a decisão de as fechar minha ou não, a questão principal não é essa.
Não que isto seja necessariamente mau ou pior, mas é invariavelmente mais difícil. Porque obriga a dar volta maiores, porque demora mais tempo, porque é muito mais cansativo, porque é menos simples, porque – bolas!, sejamos sinceros – dá muito mais trabalho.
Ao longo do último ano muita coisa mudou, sobretudo em mim. Reforcei a ideia sobre o que sei que não quero, mas também sei muito melhor o que quero. E principalmente deixei de ter ilusões em relação a caminhos supostamente (mais) fáceis. Talvez por isso olhe para este Agosto apenas e somente com a leveza de quem quer sol, esplanadas e dias compridos. O resto é o resto e não tem nada a ver com os meses que inauguramos no calendário.

Bom Verão! :)

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Pin do dia / Pin of the Day

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Um dia disseram-me que sou demasiado sonhadora. Assim mesmo: demasiado sonhadora. Não como quem aponta um defeito de carácter mas como quem lamenta a pouca sorte. Como se sonhar – e acreditar, e ir à luta e cair uma e outra e outra vez e ainda assim erguer a cabeça e seguir caminho – fosse uma espécie de prisão que nos impede de simplesmente estar, ser, acontecer.
Às vezes é. Muitas vezes é. Quando as expectativas estão sempre lá em cima e a vida não acompanha. Quando damos o nosso melhor uma e outra vez e há qualquer coisa maior do que nós que nos puxa para trás.
Mas eu acredito que se somos capazes de sonhar, também somos capazes de fazer acontecer. E isso significa acreditar que os passos para trás são, muitas vezes, apenas uma forma de ganhar balanço para conseguir dar passos maiores para a frente. E hoje, de certa forma, o meu passo atrás fez-me dar mais um passo em frente. E isso deixa-me um passo mais próxima do sítio onde quero chegar.

(clicar aqui para seguir o rasto à imagem)

One day someone told me that I dream a lot. A lot, were the exact words.  As if being a dreamer was sort of a sign of back luck. As if being a dreamer – and a believer and a fighter – was like a prison that keeps us from being happy.
And sometimes it is. When we expect too much and get to little from life. When we give our best and our best isn’t enough, and it feels like something bigger than us is pulling us back.
But I am a dreamer. And I believe that if we can dream we can also make it happen. And this means I believe that taking some steps back is just a way of having space for achieving the right balance to give bigger steps forward. And today I was able to move one more step forward thanks to the big step back I took a while ago. And this leaves me one step closer to the place where I want to be.

(click here to find the image source)

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Life Lately, Norway

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Podia falar do regresso ao trabalho. Do S. Pedro bipolar. Do tempo que continua a insistir em fugir-me entre os dedos todos os dias.
Mas prefiro lembrar-me que há mais ou menos um mês atrás estava quase a entrar num avião para Oslo e noutro, dias depois, para Bergen. Prefiro lembrar-me da Noruega, este país caro-que-dói-mas-lindo-de-morrer. Prefiro pensar na próxima viagem, no mundo que quero conhecer, no tanto que há para ver e fazer. Prefiro repetir mentalmente, várias vezes, que o resto é apenas um meio para um fim (ou vários, para ser mais exacta).

I could write about getting back to work. Or about the crazy weather in Portugal that goes from really hot to pouring rain. Or about the time that keeps slipping through my fingers.
Instead, I prefer to remember the fact that, less than a month ago, I was about to get in a plane to Oslo and, a few days later, in another plane to Bergen. I prefer to remember Norway, this really-(i-mean really!)-expensive-but-oh-so-beautiful-country. I prefer to think of the next trip, the world I want to experience and all the beautiful places I want to visit. I prefer to repeat to myself, over and over again, that all the rest is just a means to an end (or several ends, to be exact).

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to keep in mind

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Esbarrei com esta frase há dias e, coincidência ou não, li-a no momento certo. Porque esta coisa de querer pôr a vida toda de uma vez no sítio certo é estúpida e cansativa e eu insisto em querer fazê-la.
Escrevi-a num caderno e agora meto-a aqui, para me (e vos) lembrar as vezes que forem precisas que, na esmagadora maioria das vezes (sempre?), a vida não se resolve da noite para o dia. Mas resolve-se. Só temos é de ser capazes de não perder o foco e de acreditar sempre, mesmo que todos os dias alguém nos digam que não vale a pena e que não é possível. Vale e é.

One of these days I came across this sentence in the exact moment I needed to read it. Because I have this stupid and tiresome idea that I have to put my entire life in the right place all at once.
The minute I read it, I wrote it and now I put it here, to remind me (and you) that most of the times (always?), this doesn’t happen over night. It takes time and effort, we just have to be able to keep focused and believe we can do it even if, every single day, someone tells us life can’t be like we imagine it. Because it can.

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Life lately

Mentiria se dissesse que esta minha nova-velha vida está a ser fácil de digerir. Não está.

As horas voam, o tempo consome-se e no final de cada dia sobram-me 2 horas para o resto. Nos dias bons. E este resto não devia ser resto. Porque é o que mais me importa, o que me faz sorrir, o que me faz sonhar, o que me faz bater o coração mais depressa. Corro ainda mais para conseguir roubar minutos à correria que são os meus dias. E invariavelmente acabo com eles a serem-me roubados pelo cansaço.

Passaram 2 meses que parecem muitos mais. E, desde a última vez que consegui escrever aqui mais do que duas frases (neste sítio de que gosto tanto e que é tão mais importante para mim do que alguma vez conseguirei explicar) os dias não foram muito diferentes uns dos outros.

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Choveu. Muito e várias vezes. Mas também houve Primavera sob a forma de flores. Houve Alentejo, houve o cão-dos-meus-tios, houve números pintados em troncos, houve flores a vir comigo para Lisboa. Houve post-its e tentativas infindáveis de organização (umas com maior sucesso do que outras). Houve Benfica campeão. Houve, principalmente, o casamento tão-tão divertido e cheio de pormenores maravilhosos da minha querida amiga Joana, na companhia da minha querida amiga Maria Ana.

Houve cansaço. Mas houve também – há também – a esperança de que (com a ajuda da perseverança que me corre nas veias) em breve consiga que a vida entre no trilho certo. Aquele que me vai levar ao sítio onde, com uma certeza cada vez maior, sei que quero chegar.

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My life lately

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Esperei numa sala com vista para a Avenida da Liberdade. Fiz bolos de laranja (que não comi até ao fim). Deixei o casaco em casa. Bebi café. Retomei o livro do mês de Março, agora que o mês vai a meio. Fui ao Chiado. Mudei de vista. Bebi mais café. Fiz várias coisas ao mesmo tempo.

show-me-pretty-new-life1Mas, acima de tudo, dei uma volta de 180º à minha vida. E como acontece sempre que damos meio círculo de volta, pomos umas coisas no sítio onde elas deviam estar mas, necessariamente, viramos do avesso outras tantas.

Mas como esta era uma mudança que procurava (e precisava) há muito, não deixo que os avessos me perturbem. Pelo contrário, sorrio, respiro fundo com o alívio que a mudança trouxe e repito para mim mesma que agora sim, com calma, posso colocar tudo no devido lugar. Começando por aqui, por este meu canto. Regressando.

(As imagens são todas do Instagram. Já se juntaram a mim por lá? ;)

 

Parentesis

 {momento de pausa na emissão normal deste blog }

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Sempre achei que iria ser uma daquelas pessoas que chega aos 40 ou aos 50 anos sem conseguir responder de forma clara e inequívoca à pergunta “o que queres ser quando fores grande?”

Mas – tenho vindo a descobri-lo – soubesse eu arranjar uma forma de conseguir operacionalizar e viver disto e saberia hoje dizer que quero ser fazedora de felicidade. (E acrescento que não há mesmo nada melhor nesta vida do que levar felicidade às pessoas de quem mais gostamos.)

{ E porque já antes me perguntaram, os balões foram comprados na loja Party Fiesta, no C.C. Colombo }

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